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Processos de fusões e aquisições e emissões de títulos de renda fixa são os segmentos que mais atraem as instituições de médio porte que querem atuar como bancos de investimentos. A avaliação é que, para um número crescente de empresas, as operações no mercado de capitais poderão substituir uma tomada de crédito pura.
 
“Com a queda da Selic, o mercado de renda fixa passa a se valorizar”, diz Jair Ribeiro, sócio do Indusval. “Nosso foco é o mercado de títulos corporativos de renda fixa. O conhecimento que temos do mercado de crédito ajuda muito.”
 
Por enquanto, o banco não se anima a entrar no segmento de renda variável – que, na avaliação de Ribeiro, é um negócio “muito mais global”.
 
Segundo Ivo Lodo, sócio do BVA, falta ao banco “placa” – ou seja, nome – para fazer emissões de ações. “Isso é para os grandes. Mas podemos fazer fusões e aquisições e operações estruturadas”, avalia.
 
No Banco Pine, a aposta é que há espaço para atuar em ofertas de ações no mercado de acesso, isso quando ele deslanchar. O Bovespa Mais, segmento da bolsa voltado a empresas médias, atraiu apenas três empresas desde que foi criado, há sete anos: Nutriplant, Desenvix e Senior Solution. “Falta cultura, mas em algum momento vai acontecer”, afirma o diretor de banco de investimentos do Pine, Paulo Saba.
 
Na avaliação de Eduardo Centola, sócio do Modal e responsável pela área de banco de investimentos, o mercado está em transformação. No lugar das grandes ofertas de ações que marcaram os últimos anos, a tendência é de operações menores. “As ofertas dependiam de grande capacidade de distribuição lá fora. Não vai mais ser sempre assim”, observa.
 
De acordo com ele, o Modal tem como foco empresas familiares e companhias sem controle definido, além de processos de fusões e aquisições envolvendo private equity. O banco também tem interesse em atuar na elaboração de pareceres independentes para balizar a análise de processos de consolidação que terão de ser submetidos ao Comitê de Aquisições e Fusões (CAF).
 
Procurado pelo Valor para falar de sua estratégia para a área de banco de investimentos, o ABC não deu entrevista até o fechamento desta edição. No ano passado, a instituição teve receita de R$ 14,5 milhões nesse segmento.
 
Fonte: Valor Econômico/ Talita Moreira – 07/08/2012

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