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A taxa de inadimplência chegou a 4,7% do total de empréstimos para a compra de veículos novos e usados em outubro, dado mais recente divulgado, considerando atrasos acima de 90 dias.
O número, que engloba apenas os financiamentos para pessoa físicas, ficou acima do contabilizado no mês anterior (4,4%) e se iguala ao registrado em outubro de 2009, quando o Brasil ainda sentia os efeitos da crise de 2008.
Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef (associação dos bancos das montadoras), destaca que “a trajetória de crescimento é preocupante”. Em janeiro, a taxa havia recuado para 2,6%.
O executivo aponta a inflação como o principal motivo para a elevação, reduzindo a capacidade de pagamento dos consumidores. A perspectiva, afirma, é de diminuição do índice devido ao dinheiro extra do 13º salário.
Para o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, “a inadimplência sempre preocupa, mas acreditamos que seja um período passageiro”, destacando que o dado continua abaixo do nível para todos os bens (7,1%).

Taxa de inadimplência sobe
A taxa de inadimplência chegou a 4,7% do total de empréstimos para a compra de veículos novos e usados em outubro, dado mais recente divulgado, considerando atrasos acima de 90 dias.
O número, que engloba apenas os financiamentos para pessoa físicas, ficou acima do contabilizado no mês anterior (4,4%) e se iguala ao registrado em outubro de 2009, quando o Brasil ainda sentia os efeitos da crise de 2008.
Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef (associação dos bancos das montadoras), destaca que “a trajetória de crescimento é preocupante”. Em janeiro, a taxa havia recuado para 2,6%.
O executivo aponta a inflação como o principal motivo para a elevação, reduzindo a capacidade de pagamento dos consumidores. A perspectiva, afirma, é de diminuição do índice devido ao dinheiro extra do 13º salário.
Para o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, “a inadimplência sempre preocupa, mas acreditamos que seja um período passageiro”, destacando que o dado continua abaixo do nível para todos os bens (7,1%).

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