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Vinte bancos argentinos (públicos e privados) já se homologaram para intermediar operações comerciais no novo Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML). A informação é do Banco Central da Argentina, que registra ainda a participação de cerca de 20 empresas no sistema até a segunda semana de dezembro. O valor das transações não foi informado.

Aberto oficialmente ao público em outubro, o SML é um projeto dos governos brasileiro e argentino, no âmbito do Mercosul, que permite o pagamento a exportadores dos dois lados da fronteira em pesos argentinos e reais, sem passar pelo dólar. O objetivo é facilitar e baratear as transações comerciais principalmente para as micro e pequenas empresas.

A filial do Banco do Brasil em Buenos Aires informa que fez em um mês duas operações, uma para o setor automotivo e outra do setor energético. Porém o número de consultas é grande: dez visitas de empresas à sucursal e outras dez consultas telefônicas, a maior parte de pequenas e médias.

O Banco cooperativo Credicoop informou que desde 3 de outubro realizou oito operações de importações que totalizaram R$ 342,15 mil (513,23 mil pesos pelo câmbio médio do período). Enzo Martire, gerente de comércio exterior do Credicoop informou que todas as empresas que operaram no SML pela instituição eram micro e pequenas – os valores individuais das operações variaram de apenas R$ 500 até R$ 156 mil -, dos setores têxteis, maquinário e plástico. “O SML vai ser muito importante para as micro e pequenas empresas exportadoras dos dois países porque diminui a burocracia e os custos para pequenas transações”, disse Ricardo Lot, gerente-geral do BB em Buenos Aires.

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