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Os agentes financeiros e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estão desenvolvendo em conjunto formas de melhorar a concessão de Crédito às micro, pequenas e médias empresas que estão vinculadas ao Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). A Informação foi dada por Renato Oliva presidente da Associação Brasileira dos Bancos (ABBC). 

Embora o executivo tenha preferido não dar detalhes, para não atrapalhar as negociações, ele acredita que o alongamento dos prazos para o segmento seja o próximo movimento importante que o mercado financeiro deve perceber. “Este é um mercado que ainda não conhecemos. Em países desenvolvidos são as pequenas e médias empresas que dão vigor à economia” diz. Dados do Banco Central (BC) apontam que em setembro o prazo médio dos financiamentos voltados à pessoa jurídica era de 269 dias. Porém o prazo é ainda menor quando analisada apenas a fatia de pequenas e médias em presas entre dois e seis meses. 

José Pereira da Silva professor do departamento de contabilidade finanças e controles da FGV-Eaesp, acredita acredita que qualquer medida que busque capitalizar as pequenas e médias empresas seja Importante e necessária. “Esse segmento precisa dispor de crédito com certa facilidade a um custo baixo”. Com relação ás médias em presas próximo alvo do BNDES e do mercado financeiro a principal dificuldade está na análise de risco (ratIng) de acordo com o professor. “O custo do crédito bem como o prazo de financiamento vai depender da classificação que a instituição financeira atribui à empresa” completa José Pereira da Silva. 

Durante a crise financeira mundial o BNDES adotou a postura de ajudar grandes companhias que não conseguiram captar recursos no mercado de capitais ou no exterior. Inclusive essa posição pôde ser comprovada no crescimento do volume de desembolsos para grandes empresas (com receita operacional bruta anual superior a R$ 60 milhões) em relação a 2008. 

Mas a tendência não deve perdurar. O chefe do gabinete da presidência do BNDES , Marcos Veríssimo disse na semana passada que a partir de agora esse movimento tende a ter sua intensidade bastante reduzida. 

Fonte: Brasil Econômico/Vanessa Correia  – 19/11/09

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